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Criação de web sites profissionais - Design
Para empresas privadas, pessoas físicas e organizações não-governamentais, utilizando todas as tecnologias
disponíveis atualmente (HTML, DHTML, JAVASCRIPT, FLASH etc.)
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Desenvolvimento de sistemas web
Comércio eletrônico (e-commerce), Business-to-bussines (B2B),
aplicativos corporativos (web applications), sites dinâmicos com acesso a banco
de dados e portais segmentados utilizando alta tecnologia como ASP.NET 2005, SQLServer
2005, XML e AJAX integrados à plataforma Macromedia MX. |
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Ensino à Distância
Tecnologias para ensino à distância (e-Learning). Plataforma de ensino
(LMS - Learning Management System), aplicativos para educação corporativa, universitária
ou para varejo. Gerenciamento e produção de conteúdo. Consultoria e assessoria para
instalação e projetos voltados para o EAD. |
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Web Marketing
Metodologia SEO/MOB (Search Engine Marketing/Marketing de Otimização de Buscadores)
que visa estruturar seu site para um melhor posicionamento nos sites de busca, de
onde provém boa parte dos clientes atualmente. Cadastro em sites de busca, controles de acesso e estatísticas, proteção à rede,
análise de concorrência, assesoria para divulgação em mídia de massa e digital. |
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Trading
Terceirização do departamento de internet da empresa e do comércio eletrônico da
mesma; assessoria, consultoria e auditoria em e-business. |
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Arte
Digitalização e criação de imagens, logotipos 2D e 3D estáticos ou animados, papel
de parede e screen savers personalizados. |
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Multimídia
Criação e edição de conteúdo multimídia; cursos virtuais, movies, animações, CDROM, texto, imagens
e áudio para websites e mídias digitais. |
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Hospedagem
Hospedamos seu site em nossos próprios servidores e oferecemos contas de
e-mails de seu próprio domínio, além de estatísticas de acesso e gerenciamento de
banco de dados. |
HTML
HTML é a sigla para HyperText Markup Language, o padrão de linguagem recomendado
pelo World Wide Web Consortium (W3C) para a navegação na Internet.
Um arquivo HTML contém uma série de comandos
que fornecem instruções para que o programa navegador (Internet Explorer ou Netscape
Navigator, por exemplo) possa exibir uma página.
Uma das coisas mais importantes sobre
o HTML é que ele não foi concebido para fazer páginas mais bonitas e atraentes,
mas para criar um fluxo de informações baseadas no hipertexto, ou seja, uma página
levando à outra através de links. Por isso, a arte da construção de web sites reside
na capacidade de mesclar informações úteis a um design superior.
FLASH
A tecnologia Flash, criada pela Macromedia, é usada para criar animações baseadas em
vetor. O Flash possibilita navegação, animação e interatividade utilizando um formato
pequeno o suficiente para ser transmitido via Internet.
Hoje, o Flash é um dos mais populares
plug-ins da Internet. De acordo com um estudo independente citado pela Macromedia,
90% dos usuários da Web já têm instalada a tecnologia Flash em seus computadores.
Disney, Volkswagen, Citibank, The New
York Times, Cisco, e IBM são exemplos dos milhares de sites que usam Flash para
acrescentar gráficos excepcionais a seus sites.
DHTML
Dynamic HTML é uma combinação
de novas opções para a linguagem HTML, implementada a partir da versão
4. Estas novas funções permitem criar páginas animadas e capazes de responder à
interação do usuário. Exemplos básicos de DHTML incluiriam a mudança de cor quando
se passa o mouse sobre um texto, ou permitir ao usuário arrastar e soltar uma imagem
em outro lugar da página. O HTML dinâmico pode permitir ainda que páginas da Internet
se pareçam com aplicativos ou apresentações multimídia.
O Netscape Communicator possui uma função
DHTML muito interessante e que deve se tornar um novo padrão: são as chamadas
dynamic fonts. Este recurso possibilita ao webdesigner incluir
arquivos de fontes (tipos de letra) como parte de uma página web. Isto significa
que, em breve, a exibição correta de tipos não mais dependerá de sua existência
no computador do visitante.
Java
Java é uma linguagem de programação criada pela Sun Microsystems em 1995, particularmente
. Foi desenvolvida para parecer-se com a linguagem
C++, porém
sendo consideravelmente mais simples de usar e voltada para a Internet.
A linguagem Java pode ser usada para criar
aplicativos completos que podem rodar praticamente em qualquer computador. Além
disso, a tecnologia Java permite construir pequenas aplicações ou módulos ("applets")
para serem usados como parte de sites na Internet. Os applets tornam possível a
um visitante interagir com uma página na Web.
O Java ainda hoje é considerado por muitos
especialistas como "a linguagem mais estratégica na qual se pode desenvolver aplicações
para a Internet".
Javascript
O
JavaScript, por ter um nome parecido, é muitas vezes confundido com
a linguagem Java. Originalmente desenvolvido pela Netscape, o JavaScript é interpretado
em um nível de programação superior, sendo mais fácil de aprender do que Java, apesar
de perder um pouco nos quesitos portabilidade e velocidade. A linguagem JavaScript
é muito utilizada para criar pequenos aplicativos que rodam tanto no cliente web
como no servidor.
ASP
A Active Server Page (ASP) é uma página
HTML que inclui
um ou mais scripts (pequenos programas inclusos) que são processados em um servidor
Microsoft antes da página ser enviada para o usuário.
Tipicamente, um ASP usa informações digitadas pelo
internauta para acessar um banco de dados e apresentar uma página customizada.
Com a nova revolução tecnológica
da informação, a utilização do comércio eletrônico, principalmente "business-to-business
(B2B)", já é uma necessidade real.
Alguns analistas econômicos já
prevêem que dentro de apenas alguns anos existirão apenas dois tipos de empresas:
as que comercializam pela Internet e as falidas.
Como nos anos 80 e 90, as corporações
se viram novamente diante da necessidade de criar um departamento específico para
cuidar de todo o processo eletrônico, desde a programação, design, marketing até
a comercialização efetiva de seus produtos e serviços.
No início da década de 80, o mundo
começou a abrir os olhos para uma tendência que a partir de então só viria a se
acentuar: a globalização. Dentre de suas várias características, o fim do protecionismo
e a unificação de mercados diversificados ao redor do planeta criaram novas exigências
para as empresas. Aqui, uma ressalva: obviamente, economias poderosas como a dos
Estados Unidos continuariam com certas barreiras alfandegárias para proteger seu
mercado nacional.
De qualquer forma, diante dessa
nova tendência, as grandes empresas foram as primeiras a visualizarem oportunidades
de redução de custos, por meio do desenvolvimento de seus fornecedores, aumentando
a qualidade e obtendo preços mais atraentes. Ao mesmo tempo, a globalização foi
o estopim de uma explosão de concorrência em nível internacional, intensificando-se
ainda mais nos anos 90.
As empresas privadas foram as primeiras
a sentir o impacto das mudanças. Logo, se viram com a necessidade de melhorar a
qualidade de seus produtos e reduzirem seus preços. Foi daí que surgiu a famosa
expressão "qualidade de japonês a preço de chinês!"...
Os anos 90 foram marcados pela
queda de várias empresas que não conseguiram se adaptar à economia globalizada.
Muitas se fundiram para tentar sobreviver nesse novo ambiente, outras formaram joint-ventures
ou passaram por processos de total reengenharia. A palavra do momento era ISO, a
certificação de padrão de qualidade internacional. Novos conceitos foram sendo criados
e a motivação de procurar novos mercados ia crescendo a cada momento.
Para se adequarem ao novo paradigma
- não competimos apenas com as empresas locais - as empresas perceberam as vantagens
de se criar um departamento específico para atender as exigências burocráticas do
governo, liberando assim as mercadorias e matérias-primas vindas do estrangeiro.
Assim surgiram os primeiros departamentos de Comércio Exterior.
Contudo, ao criarem novos departamentos,
criaram também novos centros de custos. Profissionais tiveram de ser contratados,
computadores com softwares adequados foram necessários e treinamento específico
teve de ser ministrado. Os gastos diretos e indiretos acabaram tornando os produtos
apenas levemente mais baratos. A solução encontrada pelas empresas foi seguir uma
tendência paralela que vinha crescendo rapidamente: a terceirização.
Então, empresas especializadas
em Comércio Exterior foram criadas para poderem assessorar e reduzir os custos dos
clientes. A terceirização nesse área foi muito bem aceita no meio empresarial, pois
reduziu satisfatoriamente os custos e garantiu qualidade a priori. Afinal, em caso
contrário a empresa-cliente simplesmente trocaria a terceirizada por outra melhor.
Isso sem falar nas dores de cabeça a menos, pois tudo seria resolvido pela terceirizada.
Já pelo lado das prestadoras de
serviços, seria uma ótima oportunidade de tornar-se um grande departamento especializado
na área, fazendo o mesmo tipo de trabalho para várias empresas. Isto otimizava seus
custos, além da empresa passar a ter um único foco empresarial. Essas pequenas empresas,
que se especializavam em uma função departamental, foram denominadas TRADE.
Atualmente, encontramos diversos
tipos de Trade, como Comércio Exterior (já citado), Logística, Recursos Humanos
(atualmente na moda), Contabilidade e outros.

Hoje estão sendo criadas empresas
especializadas para atender organizações que desejam manter seu foco ao mesmo tempo
que participam ativamente dos mercados virtuais, sem as dores de cabeça do passado.
A terceirização desse departamento é fundamental para aquelas empresas que querem
dispor de know-how e que almejam atingir novos clientes e mercados, a qualquer
hora, em qualquer parte do planeta. E por se especializar em Internet, esta nova
atividade é denominada INTERNET TRADE.
A
AMENUM
é a primeira Internet Trade da região de Campinas/SP, e uma das primeiras
a compreender este novo conceito no Brasil. O desafio é grande, e é exatamente isto
o que nos motiva a seguir em frente.